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GRUPO CORPO MOLDE

O Grupo Corpo Molde, nasceu em 2013, dentro do território do Campo Limpo localizado na Zona Sul de São Paulo, por meio do bailarino Renan Marangoni. A companhia possui enquanto objeto de pesquisa a linguagem artística da dança contemporânea, por meio da DDH- Dramaturgia de uma Dança Humanitária - pesquisa iniciada pela companhia desde 2021-. A atuação da companhia é baseada em 6 pilares de atuação: FORMAÇÃO, ARTE & CULTURA, POLÍTICAS PÚBLICAS, HISTÓRIA & MEMÓRIA, SAÚDE E BEM-ESTAR, ATUAÇÃO SOCIAL E SUSTENTABILIDADE. Por meio do desenvolvimento de pesquisa artística dos projetos da companhia, o elenco da companhia passa por diversas aulas em seu processo de formação para construção de um "corpo-espetáculo". Atualmente o Grupo Corpo Molde é dirigido e coordenado pelo fundador e artista da dança, Renan Marangoni e pela Diretora Artística e Coordenadora Técnica, Tati Santos.

Ao decorrer dos 11 anos de atuação no meio artístico, o grupo realizou a montagem de 9 espetáculos: “SAGA|TIBA” em 2014, “DITOLINHADURA” em 2015, “Ausência” em 2016, “Bambaquerê” em 2017, “Casa Um Cortejo Para Lugar Nenhum” em 2018 e “Corpo Ancestral” em 2019, espetáculo “SAPIENS” em 2022, “Cartas Para ELE” em 2023 e “DJOVENSKI” em 2024. E 6 projetos de integração de criação com parceiros: espetáculo “CORPOSENSU” em 2015, intervenção artística “Notações de uma coreografia Urbana” em 2015, documentário “MOVEMENT” em 2016, espetáculo “Eu Sou” em 2016, espetáculo solo “Abismo” em 2016 e o espetáculo “O Chão que a gente pisa”- via SPED- São Paulo Escola de Dança em 2024.

REPERTÓRIO

Bambaquerê

Bambaquerê”, aborda e convida o público a refletir sobre a infância, através da Dança Contemporânea e as Danças Tradicionais/Clássicas Brasileiras, mesclando em sua composição sonora uma viagem entre o erudito e o popular, em sua cenografia e iluminação a leveza e a tecnologia. A dança que acaba em confusão, aborda o desenvolvimento motor, como processo deformação infantil em seus padrões sociais, familiares e lúdicos. A representação da temática “infância”, para a coreografia é feita pelo diálogo de brincadeiras e jogos de criança.

Djovenski

A obra parte das questões relacionadas aos deslocamentos humanos, às fronteiras e aos impactos dos fluxos migratórios na sociedade contemporânea, propondo uma reflexão coreográfica sobre imigração, refúgio, diversidade cultural e os 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Em cena, 13 bailarinos ocupam uma grande instalação metálica criada pelo artista e cenógrafo Rager Luan, indicada ao Prêmio APCA de Dança na categoria Técnica. Inicialmente remetendo a um barco, a estrutura se transforma ao longo do espetáculo em diferentes imagens e espaços cênicos, acompanhando emocional e simbolicamente as travessias apresentadas na dramaturgia.

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