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CRISTIAN DUARTE /EM COMPANHIA

Cristian Duarte /em companhia é uma iniciativa do coreógrafo Cristian Duarte para estar, criar, produzir, difundir, co/mover o pensamento e excitar a percepção com dança junto de artistas que apoiam e promovem o trânsito entre as diversas áreas do conhecimento, entre linguagens, criando contextos de experimentação e formação em dança na cidade de São Paulo. Sua produção é reconhecida por importantes prêmios no Brasil e suas produções são apresentadas em diversos contextos nacionais e internacionais. Entendendo a força que o estatuto companhia possui, o ato simbólico de nomear não o ser mas o estar em companhia, reflete uma realidade afetiva mais conectada e coerente com os sentidos. Estar em companhia pressupõe acompanhar o outro ao seu lado. Faz questão de estar, pois é na manutenção das presenças e do presente que este movimento persiste. Este exercício político e estético está escrito na trajetória de Cristian Duarte /em companhia enquanto bando. 

REPERTÓRIO

Jamzz

JAMZZ é uma performance/improvisação em diagonal com a participação do público. Inspirada no Jazz Dance, convida todes para uma experiência estética e performativa vintage alimentada principalmente por hits musicais dos anos 80. Drezzcode é Jazz Dance e a gente te garante uma faixa de cabelo!

JAMZZ convida todes para uma experiência estética e performativa vintage alimentada principalmente por hits musicais dos anos 80. Para acontecer em espaços alternativos, com fluxo de pessoas, áreas de convivência, praças, parques, quadras, ginásios, entre outros.

E nunca minhas mãos estão vazias

E NUNCA AS MINHAS MÃOS ESTÃO VAZIAS de Cristian Duarte /em companhia, reúne nove artistas em uma dança que faz do encontro um campo instável de produção de presenças. Sons, gestos e palavras emergem de seus repertórios ativados ao vivo, compondo e descompondo sentidos continuamente, como um tecido que tensiona e distensiona em cada presença que se manifesta.

O que se cria ali só é possível porque não se está só. A obra se constrói como a soma das perspectivas e da convivência como método e matéria. Não se trata de uma narrativa única, mas de uma escuta radical às singularidades em relação. Estar junto na diferença é a condição para resistir, inventar e continuar. Esta dança insiste na coletividade como gesto político. O que ainda nos resta mover quando quase tudo parece ruir?

Cacos

C A C O S é uma série coreográfica criada por Cristian Duarte /em companhia entre 2023 e 2025, composta por cinco danças — três duetos, um trio e uma peça para dez performers — concebida como procedimento de pesquisa que antecede e alimenta a obra E nunca as minhas mãos estão vazias. Cada dança funciona como um fragmento autônomo, mas integrado a um campo comum de investigação, no qual os corpos exploram diferentes modos de relação, presença e imaginação. Apresentadas juntas ou em combinações diversas, as peças formam um mosaico em que fragmento e totalidade coexistem, revelando o processo criativo da companhia como um território em constante transformação, onde as fissuras são características intrínsecas de sua continuidade.

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