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MAIARA ROQUETTI

Artista da dança com especialização em “Corpo: Dança, Teatro e Performance” pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Professora de dança e expressão em corporal em escolas, atuando da educação infantil ao ensino médio. Atualmente integra a No Rastro Cia de Dança de Henrique Lima e grupo de pesquisa de Diogo Granato. Compõe o elenco do espetáculo Da Razão do Vermelho de Rafael Bolacha e do espetáculo De um lugar para o outro da Cia Cênica Nau de Ícaros. Para as infâncias é intérprete da Cia Noz de teatro, dança e animação desde 2017 e da Cia Miguilim de Ana Medeiros. Integrou a Cia Dança sem Fronteiras nos projetos contemplados pela 27a e 23a edição do Edital de Fomento à dança para cidade de São Paulo. De forma independente estreou como idealizadora, intérprete e diretora o espetáculo Arranha-céu em agosto de 2023. Também realizou a videodança Experiência de um Corpo em Queda, selecionada para IMARP – Mostra Internacional de dança – Imagens em Movimento –Videodança 2021; e junto a produtora NuOlhar participou do curta- documentário Minha Dança, escolhido como melhor curta-documentário internacional no Banõs de Água Santa International Film Festival, no Equador em 2022. Em 2016 integrou o Laboratório de Criação "Corpo um lugar nômade" na Cia Corpos Nômades, de João Andreazzi, com performance na 32° Bienal de Arte de SP; e em 2017 participou da performance “Queda-te”, direção de Vanessa Macedo na Ocupação Funarte da Cia Fragmento de Dança. Também atua como assistente de produção em parceria com a MoviCena Associação cultural e Bolacha Produções. Participa constantemente de residências artísticas, aulas e cursos, como exemplo, encontros com Morena Nascimento e Marcus Moreno e o mais recente com Tamara Gvozdenovic no sp.in festival realizado em 2025.

REPERTÓRIO

Arranha-Céu

Arranha-céu é um solo de dança que investiga a amplitude do corpo feminino por meio da metáfora de um corpo-edifício. Entre tentativas de erguer-se e sucessivas quedas, a obra revela as marcas deixadas por forças sociais, políticas e culturais que atravessam as mulheres, tensionando limites, ruínas e reconstruções. Arranha-céu convida o público a refletir sobre memória, corpo e território, evocando tanto experiências individuais quanto processos de apagamento social — como demolições e transformações urbanas que substituem histórias por construções direcionadas à lucro.

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